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5.9.16

Entre Arouca e Vale de Cambra

Uma tarde passada entre Arouca e Vale de Cambra.

Em Arouca, uma reunião de trabalho ao princípio da tarde ... depois, como o calor apertava e a sede também, uma breve paragem na Praia Fluvial de Burgães, no Rio Caima, em Vale de Cambra ...

Até doi olhar para a envolvente da Vila. Pelo que me disse a Amiga Adília Cruz, foram mesmo muito complicados os dias vividos na Vila e no Concelho ...

Como a tarde estava (está) muito quente, nada melhor que uma boa companhia (do melhor que há, não é verdade, Lila?), uma bela sombra e uma fresquinha, com gelo e tudo ...

Depois de dessedentados, um passeio pela Praia Fluvial de Burgães ...

... na água serena, uma "sereia" .... açude a montante da praia.

Na praia, próximo do açude ....

... o açude que cria a zona de banhos ....

Se agora é destinado ao lazer, já foi destinado ao trabalho ...

... equilibrio instável ....

Para informação de todos ....

26.5.15

Devolvidas ao Caima

Na passada sexta-feira retirei da minha garagem uns calhaus rolados que era usual utilizar na montagem do Presépio cá em casa. Arrumei-os no pátio do prédio com a intenção de os devolver à procedência. Foi o que aconteceu hoje ... fui levá-los (melhor, fui levar o que restou, pois alguns desapareceram misteriosamente ...) ao Caima, mais precisamente à Ponte dos Cadeados ...

A placa que assinala a Ponte. Não é verdade que seja dos Cadeados. Foi em tempo ... lembro-me de aqui passar, a caminho da Senhora da Saúde e aí sim, era uma ponte em madeira, segura por uns cadeados em ferro ...

A ponte, metálica e ao fundo, as ruinas de um velho moinho ... também por aqui a tradição moageira se faz sentir ... mais a montante encontramos outras ruinas de um moinho famoso, o do "Ti Zé Moleiro" personagem de Emigrantes de Ferreira de Castro.
A máquina numa zona de sombra ... pois ao início da tarde estav uma brasa...

7.4.15

Dia Nacional dos Moínhos

Hoje é o Dia Nacional dos Moínhos. Essas estruturas que foram tão importantes em alguns processos de industrialização que se verificaram no país e que hoje em dia, em muitos casos, não passam de uma meras ruinas em vias de desaparecimento ...

Felizmente que em Oliveira de Azeméis, faz algum tempo que uma parte do património molinológico, por intervenção pública ou privada, tem vindo a ser recuperado e posto ao serviço da comunidade, não para produzir farinha (que também se produz!) mas para preservar a Memória! É o caso dos moínhos que integram o Parque Molinológico, que abrange as freguesias ribeirinhas dos rios Ul e Antuã, nomeadamente Ul e Travanca.

Para além dos moínhos que se integram no Parque, felizmente há outros que os seus proprietários decidiram recuperar. É o caso dos Moínhos do Caldeirão, propriedade do meu Colega e Amigo, Carlos Alberto. São dois moínhos de mós duplas e casa do Moleiro e vão estar visitáveis durante o fim de semana de 11 e 12 de abril. Localizam-se em Figueiredo de Baixo, Pinheiro da Bemposta. Mais informação sobre estes moínhos, pode ser encntrada aqui.

Já agora que se fala em Moínhos. Porque não pensar na recuperação do Moínho do "Ti Zé Moleiro", referenciado em "Emigrantes" de Ferreira de Castro? Com a sua localização junto ao Caima, dava um excelente ponto de apoio ao Roteiro Literário - Caminhos de Ferreira de Castro.

9.5.13

Marmitas de Gigante no Rio Caima

O Caima é um dos rios que drena o território de Oliveira de Azeméis, correndo basicamente pelas freguesias de Ossela e Palmaz. Num dos grupos do Facebook que sigo, o grupo Rio Caima, são publicadas muits vezes fotografias do Rio, do seu leito, das suas margens. Hoje, ao consultar o dito grupo, não resisti e guardei duas das fotografias. Porquê? Porque em ambas se vê um fenómeno, de alguma forma comum nos leitos rochosos, que é o das Marmitas de Gigante.


Nesta fotografia, do Adelino Cardoso, são perfeitamente visiveis duas Marmitas, com o fundo cheio de calhaus. A força  hidrodinâmica provoca a movimentação da água e dá origem ao desgaste das paredes da marmita, que podem mesmo ser quebradas ...


Na fotografia de Manuel Ramos, pode ver-se em primeiro plano, uma das formas circulares, sem água, mas com o fundo cheio de areia e pequenos calhaus. São essas as "ferramentas" que provocam o desgaste. Em segundo plano, várias formas já destruídas ... assim se faz a erosão remontante, tão caraterística dos rios ..

7.6.12

Um passeio à beira Caima

A minha esposa a observar o rio de cima da ponte pedonal
Esta tarde fui com a minha esposa até ao Caima em Palmaz. Motivo? Conhecer a intervenção que foi feita nas margens do rio por forma a torná-lo atrativo para os visitantes.

Do que vi, gostei. Pena é que a intervenção esteja limitada ao espaço envolvente do projeto hoteleiro recentemente inaugurado (ou se calhar é por isso mesmo ...). É que o rio Caima e as suas margens teem um enorme potencial turístico e desportivo que devia ser devidamente aproveitado ...

Imagens da semana

Esta, que é a última semana do mês de maio, foi fértil em eventos que mereceram imagens e fotografias para memória futura. A maior parte del...