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15.3.23

Os Livros com Alma continuam a aumentar ...

Em dezembro do ano passado, durante o segundo dia das Jornadas de Ciência de Arouca, foi apresentado o segundo volume do Projeto "Diário da Natureza", que é da responsabilidade do Arouca Geopark e  do Agrupamento de Escolas de Arouca.
No dia, recebi um exemplar do livro, ainda sem a arte final. Passadas uma semanas, recebi da Amiga Alexandra Paz um telefonema a dizer que o exemplar definitivo já estava disponível para levantar.
Foi o que eu fiz, numa das minhas idas até Arouca.

Numa outra ida à Escola Secundária de Arouca, deixei lá ficar o meu livro, para que, alguns dos intervenientes, o pudessem autografar. Foi o que fizeram os Amigos Júlio Caseiro e Amélia Rodrigues. A partir desse momento, o Diário da Natureza, sobre a Serra da Freita, passou a ser mais um Livro com Alma!

Aspeto de uma das páginas do Diário da Natureza, neste caso com uma ilustração do Júlio Caseiro sobre a Frecha da Mizarela

 

22.6.22

São Pedro Velho, o Geossítio número 3 do Arouca Geopark

Como já dei conta numa entrada anterior, no sábado passado, dia 18 de junho, por causa de uma ida ao teatro que foi abortada, aproveitámos e demos uma voltinha pelo planalto da Serra da Freita, antes de descer para Arouca.

A principal paragem foi nas proximidades do Geossítio número 3 do Arouca Geopark, o Marco Geodésico de São Pedro Velho, que assinala a altitude de 1077 metros, uma das cotas mais elevadas da Serra.

O dia não estava espetacular ... havia muitas nuvens e por isso o panorama que é possível observar lá do alto, não estava tão visível como seria num dia de céu limpo e boa visibilidade ... mas paciência, fica para uma próxima subida ...

620 metros, a distância entre o Marco Geodésico e o sítio da paragem do Peugeot 207

Não há que enganar ...



Aproximação ...

É só seguir a seta ...

... foi o que fizemos!




Granito, granito, granito e mais granito!




Informação atraente e de elevada qualidade! É, também, para isto que serve um Geoparque!

No alto da peanha, o Marco que assinala 1077 metros



Um laboratório a céu aberto ... excelentes exemplos de meteorização dos Granitos ...


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18.6.22

Nós fomos, mas ...

O Cartaz da Peça de Teatro
Esta tarde, o nosso destino foi a Aldeia da Castanheira em plena Serra da Freita, onde estava prevista uma peça de Teatro "A Parideira dos Filhos". A informação sobre este evento e um outro, amanhã, domingo, em Alvarenga, foi partilhado pela Amiga Margarida Rocha, da Biblioteca Municipal de Arouca. Saímos atempadamente de casa, de tal forma que cinquenta minutos antes da hora marcada, 16 horas, já estávamos estacionados junto à Casa das Pedras Parideiras, o ponto de informação sobre o fenómeno geológico, único no mundo.

Como havia tempo, saí do carro para fazer umas fotografias na área e fui perguntar à responsável pela loja onde é que a peça ia decorrer. Com um ar triste e até de alguma forma culpado, informou-me que o Teatro tinha sido adiado ... parece que quem organizou, teve medo que o S. Pedro não fosse um entusiasta da arte de Talma e por isso, não houve!

Para não dar o tempo por perdido, demos uma pequena volta pelo alto da serra. E no caso foi mesmo em sentido literal ... Alto da Serra. Subimos ao Marco Geodésico de São Pedro Velho, um dos geossítios do Arouca Geopark e o ponto mais alto da Serra da Freita, com os seus 1077 metros..

Depois, foi a passagem pela vila para um retemperador lanche, que para além do pão com chouriço, no caso da Lila, incluiu um sumo de manga e no meu, um chá frio (bem frio, por sinal) de parreira fermentado, produção local... Assim retemperados, regressámos a casa para continuar em fim de semana ...

A Casa das Pedras Parideiras

Indicação de uma Pequena Rota (PR) que passa pela Aldeia da Castanheira

A queda de Água da Mizarela, vista a partir da Aldeia da Castanheira



São Pedro Velho
Marco Geodésico que assinala o ponto mais alto da Serra da Freita

12.12.21

Dias ...

 A entrada deste final (ou será início?) de semana, é feita com base em três eventos, em que estive presente ...

Dia 7, terça-feira, Tertúlia na Dairocas

A Dairocas é a Biblioteca Escolar da Escola Básica 2/3 das Dairas, pertencente ao Agrupamento de Escolas de Búzio e situa-se na cidade de Vale de Cambra. A convite da Amiga e Professora Bibliotecária a exercer funções nesta biblioteca, Otília Almeida, estive na Tertúlia que decorreu ao final da tarde nas instalações da biblioteca. Fomos apenas oito os participantes, mas os tempos também não aconselham multidões ... foi uma conversa muito agradável, feita em torno dos Livros, das Leituras, das Bibliotecas e na Formação que aconteceu e acontece por estas bandas, com base nesses temas ...

É tão bom quando somos presenteados ... muito do conteúdo destes Kit Leitor, foram produzidos pela Judite, a Assistente Operacional que trabalha neste espaço ...

Uma das atividades em curso na Dairocas ...

Mais um exemplo do trabalho da Judite ... testos de linho, tintas, aros de bordar e muita imaginação e arte ... e a parede ganhou vida!






Seis fotografias dos participantes. As quatro primeiras fui eu que as tirei. As duas últimas, são da Otília Almeida e foram publicadas no Instagram da Dairocas, de onde as "roubei"

Dia 10 - Sábado - Serra da Freita + Escola Secundária de Arouca = ACD - Os Musgos Fora do Presépio

O sábado foi dedicado à Formação. Melhor! Sexta-feira à noite, entre as 9 e as 10 horas, foi tempo de assistir a um webinar, com o Doutor César Garcia, especialista em Briófitas (musgos) que serviu de introdução ao que se fez ao longo do dia de sábado.

Susana Bastos, a técnica do Arouca Geopark, responsável pelo ciclo de webinares em que o de sexta-feira estava incluído

Página inicial da apresntação usada pelo Formador César Garcia

Manhã passada na Serra da Freita - Fecha da Mizarela e zona de turfeira, perto do geossítio das Pedras Boroas, para ver in loco e proceder à recolha de alguns espécimes das muitas dezenas de espécies de briófitas existentes na Freita.

Na Frecha descemos pelo estradão até cerca de um terço da altura da queda e depois continuámos a decida pelo PR 7, até cerca de um terço da altura à base da queda ... Inicialmente o tempo estava bastante complicado, com muito nevoeiro e vento, o que provocava uma sensação de muito baixa temperatura. Felizmente que esse estado de tempo foi passageiro e ainda durante a descida o céu limpou e pudemos ver o sol e o céu azul .

Depois desta primeira incursão, o grupo, de 15 elementos - 12 participantes, 2 elementos da organização e o Formador, deslocou-se para um segundo local, onde foram feitas outras colheitas e procurado um musgo muito especial.

Miradouro da Frecha da Mizarela, ponto de encontro, numa manhã de muito nevoeiro e vento ...

Não vi Dom Sebastião, mas ao longe, consegui antever o Caima ...

Susana Bastos, técnica do Arouca Geopark, no briefing inicial

O Doutor César Garcia a mostrar um afloramento de uma espécie de musgo

Ainda o nevoeiro ...

E o Caima com muita água ...


Um belo Quercus totalmente recoberto de musgos ...  um belo monumento!

Com o céu limpo é outra coisa ...

 
Numa zona de turfeira, para colher outras amostras ...

O Formador em plena ação de colheita!

A ponte que permite atravessar o riacho a caminho da Portela da Anta

Um exemplo concreto da atuação da água enquanto agente erosivo ... a pequena depressão no granito, coberta de água ...

Caudal forte, mas não tão forte como nos dias anteriores (os vestígios do nível das águas, viam-se nas margens ..

As arouquesas, também elas comum paple importantíssimo na preservação das plantas que são os musgos ...

Onde os amostras foram recolhidas ...

De tarde, a partir das 14:30, num dos laboratórios da Escola Secundária de Arouca, foi tempo de ver, com recurso s microscópios e lupas binoculares, de ver os aspetos das diferentes amostras recolhidas de manhã.

Foi um dia muito bem passado, com u grupo muito interessante, de entre os quais destaco o João Petronilho, que tive o prazer de conhecer, "ao vivo e a cores", pois já o conhecia à muito tempo através da internet, que foi acompanhado pelo filho Afonso, um estudante de Biologia, que está contaminado pelo bichinho que o pai tem ...

Na pareda da entrada do Laboratório da ESA, uma Tabela Periódica em 3D, resultado de um projeto que foi premiado

O computador ligado ao microscópio permitiu a visualização das diferentes amostras

Um microscópio Digital, uma peça de cerca de 60€, que permite fazer observações com muito pormenor (propriedade do colega de informática, Mané)

Os objetivos 2030, no corredor, perto do átrio da Escola

Dia 12 - Domingo - Castelo Mágico

A tarde de hoje, domingo, foi passada em Montemor-o-Velho, com a visita ao Castelo Mágico, o Castelo da Vila, onde decorrem por estes dias que antecedem o Natal, várias atividades e eventos enquadrados no espírito da época.

É claro que o motivo da nossa ida, foi o pequeno Samuel, que está a passar o dia (e a noite de domingo) com nós os dois ...

Na Vila.não faltam indicações para aceder ao Castelo Magico ...

... nós subimos pelas escadas rolantes, que no momento não estavam a funcionar. Depois descobrimos que há um horário de funcionamento ....

O Castelo de Montemor-o-Velho

Muita animação ...

Um túnel de luz que foi preciso atravessar para aceder ao recinto ...

... com muitas e variadas animações relacionadas com o Natal

Todos os espaços do Castelo estão a ser utilizados ...

A norte, nos Campos do Mondego, os arrozais ...

Uma eposição evocativa do génio de Leonardo Da Vinci, no espaço da antiga igreja ...

Espetáculo musical, a cargo do cantor Alberto Índio

Cá está o pequeno (grande) Samuel a posar para a fotografia ...

Os bilhetes para entrar numa curiosa experiência cinematográfica. Uma projeção a 360º. Um projeto do Planetário de Coimbra

Imagens da semana

Esta, que é a última semana do mês de maio, foi fértil em eventos que mereceram imagens e fotografias para memória futura. A maior parte del...