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29.10.18

Mais um que passou ...

Mais um fim de semana que passou ... Um fim de semana muito variado, como Mercado de Rua em Oliveira de Azeméis, Festival da Castanha em Arouca, Trail em Vilarinho de São Luís, Palmaz e visita a amigos em Mira ... aqui ficam as imagens ...

Sábado


O Mercado de Rua no Largo da República e Ruas Pedonais

A colega Filomena a prepara o seu espaço ...

Numa loja, uma montra que sem ser original é atrativa ...

Na Casa Museu Regional de Oliveira de Azeméis a Peça do Mês é uma telha francesa, fabricada na Fábrica do Regalado, que existia ali onde fica a Estação dos Comboios. Quase cem anos ....

Mercado de Rua e animação. Neste caso jovens bailarinas da Fábrica das Artes em aquecimento ...

Será que a gata Mana está a espera de consulta?

Parque Municipal de Arouca

Festival da Castanha 2018

Agrupamento de Escolas de Arouca presente no Festival da Castanha

Puro divertimento!

Arouca a noite ...
Domingo

A aldeia de Vilarinho de São Luís, a mais afastada da sede do concelho

As últimas explicações sobre ao Trail e a Caminhada ....

Lá vão os participantes no Trail

O ponto central da atividade, a subida da Cascata da Filveda ....

Queda de água

Moinho ... Urge preservar ...

Porque os incêndios acontecem ....

Ei-lo que aí vem ....

e a completar os pouco mais de 14 Kms ...

Praia de Mira. Mau tempo no Mar, Barcos em Terra ....

Consequência da passagem da tempestade Leslie no Parque de São Tomé, Mira

Com o Samuel, os domingos, são outra coisa ....

... por exemplo na fotografia. É ele o autor desta!

30.10.16

Arouca, Festival da Castanha 2016

Parte da manhã e da tarde de hoje foi passada em Arouca. Motivo, provar os sabores no restaurante Sabores do Saber, Restaurante Pedagógico da Escola Secundária de Arouca, onde a ementa estava toda relacionada com o Festival da Castanha, na sua sexta edição ... Foi um dia bem passado ...


A Lila e o Samuel, na chegada ao Festival ...

Um dos espaços do Festival. Este dinamizado pela Equipa da Biblioteca Municipal

Porta de entrada para a Adega do Convento, onde estava localizado o Restaurante Pedagógico, Sabores do Saber, da Escola Secundária de Arouca

Um quadrilátero de azul ...

Por trás da esuberância da folhagem , uma varanda que me encanta, a da Biblioteca Municipal ,,,

Portas abertas ...

Para lembrar a adega das monjas ...

Um dos pratos ... Gratinado de Bacalhau lascado com cebolada, castanhas e legumes com cama de cogumelos

Uma excelente sangria para acompanhar a comida ...

A ementa, que as alunas de Turismo, entragavam a que estava interessado ...

Depois do almoço, o exercício físico ...

... ou o recolhimento religioso ...

Para resolver um problema pendente ...

A azul passou para as mãos do Samuel. De repente fez pof!!!

No Espaço da Criança, tempo de "leitura" [1]

No Espaço da Criança, tempo de "leitura" [2]

No Espaço da Criança, tempo de "leitura" [3]

Na praça, primeiro Folclore ...

... com bastante público a assistir ...

... e a Escola de Música da Banda de Música de Arouca. Bom concerto!

Estátuas vivas alusivas ao tema do Festival ...

11.11.15

Estamos a viver o verão de São Martinho.

Hoje, 11 de novembro, dia de São Martinho, para além das tradições (o magusto, o provar o vinho ...) há também o bom tempo: o Verão de S. Martinho.

Do blogue GEOGRAPHICAE, retirei o texto e a imagem que abaixo se pode ler:

" Como já todos devem ter reparado estamos, nesta altura do ano, a viver o Verão de São Martinho. A lenda é curiosa e tem um significado climático muito bem marcado.

Fala-se muito sobre o “aquecimento global” e sobre as alterações do clima e há a tendência dos meios de comunicação, e das pessoas em geral, em valorizar determinados acontecimentos meteorológicos, como estando enquadrados numa qualquer desgraça. Um destes exemplos mais típicos é o designado por Verão de São Martinho.

Então, surge logo uma questão? Será esta elevada insolação, acompanhada por temperaturas amenas, um sinal de alteração do clima com causas antrópicas? A minha resposta é não e passo a explicar porquê.

São Martinho viveu em plena Idade Média. Nasceu no ano 316 D.C. e foi no ano 337 D.C que se dá o episódio lendário em que São Martinho partilha a sua capa com um pobre mendigo.

A história foi mais ou menos esta e que vou descrever sumariamente.

Num dia de Outono tempestuoso o soldado S. Martinho deparou-se no seu caminho com um pobre mendigo quase nu, tremendo de frio. Ao ver esta situação S. Martinho não hesitou: pegou na sua capa, cortou-a ao meio e deu uma metade ao pobre mendigo.

Mal agasalhado e debaixo de uma chuva torrencial, S. Martinho prosseguiu o seu caminho feliz por ter ajudado alguém em dificuldade. Mas, de repente, a tempestade parou, o céu ficou sem núvens e parou de chover. O frio terminou. A lenda reza que terá sido Deus que ao ver a bondade de S. Martinho decidiu dar algum conforto à sua viagem melhorando o estado do tempo.

Esta lenda tem, de facto, uma tradução climática e meteorológica. Ou seja, a frequência de dias de sol em Novembro com temperaturas relativamente elevadas é um facto que tem elevada frequência e que tem tendência a repetir-se ao longo dos anos. A julgar pela altura em que S. Martinho viveu, já se verifica há alguns séculos e, que se saiba, na Baixa Idade Média, a capacidade que o homem tinha para alterar o clima era quase nula.

É pois normal que, em Novembro, um anticiclone se instale na Europa Ocidental (de lembrar que S. Martinho era Francês), como é o exemplo da figura em baixo e que representa a situação de 7 de Novembro.
 
A instalação deste anticiclones nesta altura do ano é um facto perfeitamente estudado e considerado normal. Pode originar temperaturas amenas e situações de alguma secura outononal.

Se é “normal”, então não há nada de extraordinário, sobretudo se há registo destas situações desde há vários séculos atrás, pelo menos desde a época em que S. Martinho viveu.

É típico dos climas mediterrâneos que o calor e a secura estivais se prolonguem pelo Outono, assim como o frio Invernal se prolongue pela Primavera.

O tempo relativamente quente e seco que temos experimentado neste Outono é, pois, normal e enquadra-se dentro da variabilidade natural do clima. Situações destas já se registaram no passado, mesmo em épocas onde o tema das alterações do clima nem seuqer era estudado.

No entanto, poderá haver uma tendência do agravamento destes fenómenos, ou seja, casos extremos cada vez mais intensos (ex. secas mais prolongadas, verões relativamente frescos, a par de Invernos extremamente chuvos ou extremamente secos)."

11.11.12

Em dia de São Martinho


Em dia de São Martinho, um poema de José Carlos Ary dos Santos

O Homem das Castanhas

Na Praça da Figueira,
ou no Jardim da Estrela,
num fogareiro aceso é que ele arde.
Ao canto do Outono,à esquina do Inverno,
o homem das castanhas é eterno.
Não tem eira nem beira, nem guarida,
e apregoa como um desafio.

É um cartucho pardo a sua vida,
e, se não mata a fome, mata o frio.
Um carro que se empurra,
um chapéu esburacado,
no peito uma castanha que não arde.
Tem a chuva nos olhos e tem o ar cansado
o homem que apregoa ao fim da tarde.
Ao pé dum candeeiro acaba o dia,
voz rouca com o travo da pobreza.
Apregoa pedaços de alegria,
e à noite vai dormir com a tristeza.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais calor p'ra casa.

A mágoa que transporta a miséria ambulante,
passeia na cidade o dia inteiro.
É como se empurrasse o Outono diante;
é como se empurrasse o nevoeiro.
Quem sabe a desventura do seu fado?
Quem olha para o homem das castanhas?
Nunca ninguém pensou que ali ao lado
ardem no fogareiro dores tamanhas.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais amor p'ra casa.

Imagens da semana

Esta, que é a última semana do mês de maio, foi fértil em eventos que mereceram imagens e fotografias para memória futura. A maior parte del...