25.9.17

MiraDouro, um Comboio especial ..



Na passada sexta-feira, cedo, muito cedo, saímos de casa a caminho do Tua em Carrazeda de Ansiães.

Motivo? Aniversário da família. Aproveitando um dia de férias, Eu, a Lila e o pequeno Samuel, fizemos a viagem no MiraDouro, o comboio que a CP tem até ao dia 30 de setembro a fazer o percurso, Porto - Tua.

O comboio, inicialmente constituído por uma locomotiva 1415 e não pela habitual 1424 e três carruagens Schindler dos anos 40 que a CP em boa hora resgatou ao esquecimento.

É uma outra forma de viajar ... Um comboio com o ar de antigamente, com espaço para os passageiros​, muito bem conservado.

A viagem de ida, correu muito bem e foi feita dentro do horário previsto. Antes do almoço, no restaurante Calça Curta, o Samuel teve a oportunidade de se sentar no lugar do maquinista ...

O almoço, uns secretos de porco preto, estava muito agradável e a vista, da mesa que nos reservaram, essa, era excelente...

Depois foi o regresso. Uma primeira viagem até ao Pinhão, na automotora proveniente do Pocinho ... Paragem de uma hora, com um ligeiro passeio, pois o calor era muito. Na estação estava estacionado o Comboio Presidencial que circulou até 1970 e que em 2010 foi restaurado e passa um  grande parte do seu tempo no Entroncamento, nas instalações do Museu Nacional Ferroviário. É uma outra excelente iniciativa de recuperação do património.

Após essa paragem, uma outra na Régua. Essa sim, programada. Aqui o comboio foi modificado Por um qualquer motivo, passou a ser rebocado pela locomotiva original, a 1424 …

Uma viagem tranquila até ao Porto, que o Samuel aproveitou para matar o sono.


Ovar, a estação de entrada nesta viagem pela Linha do Douro.
Uma viagem de cerca de 45 minutos até Porto - São Bento para de lá partir até ao Tua na Linha do Douro

Estação de São Bento. Uma das mais magníficas estações portuguesas, ela própria uma grande atração turística ...


O MiraDouro na Estação de São Bento

A bordo na última carruagem ...

A primeira vista do Douro ....



Estação do Pinhão ... Ponto de paragem e de animação

Do Pinhão ao Tua ...

Preparar para o regresso ...


Muito boa comida e excelente paisagem. Foi assim o almoço no Calça Curta, um de dois restaurantes existentes no Tua


Na estação, um pequeno museu ...

A barragem do Tua, tão contestada ...


O Comboio Presidencial, estacionado no Pinhão ...

... onde é possível fazer um passeio em diferentes tipos de barcos!

Comboios Presidencial e MiraDouro lado a lado

Interior da carruagem número 1. Espaço e uma curiosidade. Os bancos rodam a 180.º ...


Um outro comboio histórico. Neste caso o Comboio Histórico do Douro, com a sua locomotiva a vapor e carruagens do início do século XX
As pontes da Régua ... Metálica (pedonal), Rodoviária e da A24
 
A locomotiva 1424 pronta para tracionar o MiraDouro

Adeus rio ...

23.9.17

Nós vamos!


Eu e a Lila, vamos! A convite da Amiga Jessica Ferreira, hoje vamos até Vilarinho do Bairro participar numa caminhada que se destina a angariar fundos para as festas do Espírito Santo 2018. É a Caminhada São Miguel ...

22.9.17

Oficialmente ...

Oficialmente, acabámos de entrar no outono.Do sítio do Observatório Astronómico de Lisboa, retirei o seguinte texto:

"Em 2017, o Equinócio de Outono, ocorre no dia 22 de Setembro às 20h02 (tempo universal), 21h02 em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, e às 20h02 na Região Autónoma dos Açores. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de Dezembro às 16h28 em Portugal continental."

O Equinócio é o momento em que ao meio-dia solar, os raios do Sol, incidem perpendicularmente sobre o Equador, pelo que os objetos não possuem sombra. É também o dia em que a duração do dia e da noite é igual em todo o planeta.

21.9.17

Um livro e um sítio

Conforme publiquei na entrada anterior, ao final da tarde de hoje, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal Ferreira de Castro, aconteceu a apresentação do Projeto "Memórias de OAZ" constituído por um livro e um sítio na internet.

A sessão começou com algum atraso, o que é sempre lamentável mas decorreu de forma agradável, sobretudo pela clareza das apresentações feitas pelos elementos responsáveis pelo projeto, Pedro Sobral Carvalho e Maria de Fátima Beja e Costa, que, a seguir as palavras da vereadora Gracinda Leal, explicaram o mesmo, quer na versão livro, quer na versão sítio.

Memórias de OAZ

As palavras iniciais foram da vereadora Gracinda Leal

Pedro Sobral de Carvalho durante a apresentação da componente livro do projeto

O Padre Manuel Pires Basto, pároco em Ovar, natural de Loureiro e um grande entusiasta da História Local


A apresentação dos conteúdos do sítio na internet pela voz e demonstração da Maria de Fátima Beja da Costa

Distribuição do livro em papel

Capa e contra-capa

20.9.17

Eu vou ...


Uma excelente iniciativa. Um trabalho de levantamente de recursos arqueológicos e patrimoniais em Terras de La-Salette. A não perder, na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro.

19.9.17

Na Galeria Tomás Costa

Está patente até ao próximo dia 1 de outubro, na Galeria Tomás Costa, na Praça da Cidade, na cidade de Oliveira de Azeméis, a exposição de escultura "Torgas Vivas" do artista Arlindo Pereira.

No folheto disponível na exposição, a propósito do currículo do artista e das peças em exposição pode-se ler:

"Desde criança, Arlindo sempre teve o prazer de brincar com a madeira. Mas o mesmo destino não permitiu que fosse essa a sua arte.
Numa volta de destino, em 2012, as torgas (raízes de urgueira) reacenderam-lhe a paixão. Arrancadas da terra queimada, destinadas ao sistema de aquecimento central doméstica, com as suas formas irreverentes as torgas despertaram-lhe a imaginação.
Pareciam formas vivas, querendo soltar-se das raízes sujas. Uma ideia se instalou em sua mente: porque não dar uma nova «vida» a esta raízes?
As sujas "torgas" transformaram-se em formas animais, estranhos bichos, rostos incertos, labaredas permanecentes em resquícios de outrora, projetos artísticos da memória do povo e das entranhas da terra, homenagem ao trabalho duro de uma vida na relação intima com a natureza e o campo. As suas "torgas" revelam a arte poética dos artesãos apaixonados pelas belezas da terra, pelo encanto dos montes, pelos segredos da vida, assim revelados em talhes singelos de lâmina afiada sobre a madeira seca, pando às labaredas do inferno. As "sujas torgas" transformam-se em histórias de vida contadas à lareira de antigamente, retratada em imagens em movimento, imagens figurativas que por vezes escapam a uma explicação consciente."
Adaptado de Carlos Almeida, 2013





18.9.17

Grande máquina ...

Está exposta na Loja Interativa de Turismo de Oliveira de Azeméis. Curiosa moto de cross feita quase exclusivamente em madeira. É de artista!

Mais um!

Livro com Alma! Na passada segunda-feira, quando cheguei ao meu gabinete de trabalho, tinha em cima da secretária um Livro. " As Plant...