15.10.13

Vida de Gato ...

Porque era domingo, o Xico decidiu fazer uma pausa nos seus afazeres diários ... e que melhor lugar para a fazer?




Exatamente ... o portátil que estava em cima da secretária de trabalho, aqui em casa ... mas que belo gato me saiu ...

13.10.13

Boas notícias ...

Acordar e saber Boas Notícias, é BOM! É mesmo MUITO BOM! As boas notícias de que falo (melhor, escrevo) são notícias do Desporto e de Portugal.

Ontem à tarde, durante o Campeonato Europeu de Ténis de Mesa, Tiago Apolónia e João Monteiro, conquistaram o terceiro lugar, medalha de bronze, na prova de Pares Masculinos.

Na Áustria, Apolónia e Martins, obtiveram a medalha de bronze em Pares Masculinos


De madrugada, em Cartagena das Índias, a equipa portuguesa de Hóquei em Patins, de Sub 20, ganhou 4 - 1 à Espanha e com isso sagrou-se Campeã do Mundo.


Seleção Portuguesa de Sub - 20, Campeã do Mundo de Hóquei em Patins


Já esta manhã, em Sepang, na Malásia, no Grande Prémio do país, Miguel Oliveira, chegou ao pódio com a obtenção de um terceiro lugar!

Miguel Oliveira, 3.º classificado no Grande Prémio da Malásia em Moto 3

12.10.13

Terminou às primeiras horas ...

Terminou às primeiras horas de hoje, sábado, a VIII edição do Rali de Portugal Histórico, que durante a semana, animou alguns dos troços míticos, usados ao longo dos anos, com automóveis que marcaram (ou não) a história deste fabuloso rali ...

Os participantes, saíram do Estoril, passaram por Tomar, foram à Curia, estiveram em Viseu, em Lamego, no Caramulo, em Arganil e Sintra, antes de voltarem, de novo, ao Estoril.

Para a história, fica a vitória da dupla portuguesa, João Mexia e Nuno Machado, que utilizaram um Porsche 911 Coupé de 1973.







Estarreja, 12 de outubro



Hoje passei o dia em Estarreja, mais concretamente na Biblioteca Municipal. Motivo, as III Jornadas da Informação, atividade inserida no aniversário da Biblioteca Municipal, inaugurada no dia 9 de outubro de 2004. Instalada num edifício belíssimo, a chamada Casos dos Leites, de que apenas ficou a fachada, tendo o seu interior sido adaptado às funções atuais.

As III Jornadas da Informação, tiveram duas sessões. De manhã, foi a hora das Bibliotecas da Universidade de Aveiro.

Primeiro, a intervenção da Cecília Reis e Bella Nolasco, falaram "Sobre os ombros de gigantes: o bom uso da informação". Foi uma comunicação sobre os serviços prestados pelas Bibliotecas da universidade aveirense.


Depois da pausa para café, mais uma intervenção, desta vez sobre um serviço específico das Bibliotecas da UA. O apoio às pessoas com deficiência. Foi a comunicação"A Biblioteca (in)visível" feita pela Andrea Martins e pela Rita Gonçalves.



Depois de almoço, a Margarida Fróis, Bibliotecária Municipal em Arganil, falou sobre "Redes Concelhias: a importância das parcerias. Experiência da Rede de Bibliotecas de Arganil".



A finalizar as intervenções, falaram a Telma Correia e a Sofia Reis, sobre "Arquivo: preservação e divulgação".



O Encontro foi aberto e encerrado pelo vereador João Alegria, responsável autárquico pela Educação e Cultura.


Um texto que partilho

Um amigo fez-me chegar, através do Correio este texto do jornalista Daniel Oliveira. Como concordo com o que foi escrito e porque é preciso refletir, aqui fica ele:

"VALE A PENA LER E MEDITAR
Em frente a um estabelecimento prisional, centenas de carros buzinam enquanto os seus condutores gritam o nome de um dos presidiários. Trata-se de um político local preso por corrupção. O seu delfim ganhou as eleições e o povo, feliz, quer dividir aquele momento com o seu herói encarcerado. Esta vitória foi dele. Ninguém nega que ele roubou. Roubou mas fez. Esta cena não se passa numa qualquer pequena cidade perdida no Brasil dos coronéis. Não se passa no México do narcotráfico ou numa nova ditadura nascida da ex-URSS. Passou-se em Oeiras, o concelho com maior percentagem de licenciados de Portugal, um país democrático e supostamente desenvolvido da União Europeia.
Explicar isto sem ser deselegante para com os meus concidadãos não é fácil. Opto, por isso, por falar dos mitos que são abalados pelo resultado de Paulo Vistas e da sua lista de homenagem ao presidiário Isaltino.
Não é verdade que a descrença crescente dos portugueses na democracia e nos políticos resulte de uma qualquer exigência ética. Não é a corrupção que cria desconfiança perante a classe política. Mesmo os portugueses mais ilustrados toleram bem a corrupção, desde que "deixe obra" para si. Muito menos é a impunidade que cria revolta. Quando a justiça faz o seu trabalho o eleitor trata de o desfazer.
Muitos dos que votaram na lista de Isaltino aplaudirão com entusiasmo as intervenções públicas de Paulo Morais e até as diatribes de Marinho Pinto. A corrupção incomoda-os. Mas o que os incomoda não é o roubo. É serem eles os roubados. Se o corrupto lhes deixa alguma coisa a corrupção deixa de ser um problema. Porque é apenas o seu interesse pessoal, e não a exigência ética que nasce da pertença a uma comunidade de valores, que determina as suas escolhas políticas. É por isso que, para muitos portugueses, os seus direitos são direitos e os direitos dos outros são privilégios, a sua greve é justa e a greve do outro é um transtorno.
O combate à corrupção não se faz com discursos inflamados contra os políticos. Faz-se através de uma ideia de solidariedade entre cidadãos que veem os recursos públicos como pertença de todos e o seu uso indevido como uma falha sempre grave, seja qual for o beneficiário. Só que, ao contrário do que se costuma dizer, Portugal não é um país especialmente solidário. O que é normal, tendo em conta os seus altíssimos níveis de desigualdade. A solidariedade nasce da pertença a uma comunidade. Essa pertença só acontece quando há empatia. A empatia precisa de proximidade. E a proximidade exige mínimos de igualde social e económica. As sociedades desiguais são egoístas e, por isso, pouco escrupulosas na sua ética coletiva. E assim é Portugal.
O fascínio que os eleitores têm pelas listas independentes não resulta apenas de uma qualquer doença partidária que promova a corrupção e o compadrio. Com isso, a maioria dos eleitores vive sem qualquer problema. A desconfiança em relação aos partidos é, em Portugal, antes de mais, uma desconfiança em relação às suas formas pouco democráticas de seleção de pessoal político. Uma desconfiança justa e legítima (tratarei amanhã), porque retira aos eleitores a possibilidade de escolha. Mas que nada tem a ver com qualquer tipo de exigência ética.
A descrença nos partidos também resulta da crise económica, pela qual estes são responsabilizados. Mas a alternativa em que muitos cidadãos apostam é o atalho mais fácil: alguém que deixe obra passando por cima das regras e da lei. A maioria dos eleitores comunga do pragmatismo amoral de muitos políticos: desde que sobre alguma coisa para mim, que se danem os bons costumes. E se a maioria dos eleitores é egoísta e pouco exigente é natural que os políticos também o sejam. Afinal de contas, vivemos numa democracia representativa. Os que elegemos limitam-se a representar o que nós próprios somos. Não, o país não se divide entre políticos, de um lado, e os portugueses, suas vítimas, do outro.
Por fim, este episódio recorda-nos que, ao contrário do que se costuma pensar, não é a educação que garante uma democracia saudável e exigente. Essa falta de exigência não resulta de ignorância. As pessoas mais qualificadas não são eticamente mais rigorosas. O bom funcionamento da democracia tem a ver com regras. É a definição de poucas mais invioláveis regras que permite não misturar tudo no mesmo saco, como se tudo (do pequeno atraso fiscal à corrupção) tivesse a mesma gravidade e relevância. Definir linhas éticas claras e não nebulosas de suspeição, onde, como todos cabem, nada chega a ser realmente grave. São essas regras que criam, mesmo na cabeça dos eleitores, um ambiente de exigência formal ou um ambiente propício à corrupção. São elas que acabam por instituir que há práticas inaceitáveis.
Se Isaltino Morais tivesse sido travado no primeiro momento em que prevaricou e tivesse perdido imediatamente o lugar não teria tido oportunidade de criar as teias de interesses que criou. E não teria conseguido passar a ideia de que o crime compensa. E que compensa a ele e compensa aos eleitores, que se comportam como seus cúmplices. Nunca se poderia dizer, sobre ele, que "rouba mas faz". Porque a regra seria esta: "quem rouba não faz". Porque não roubar tem de ser a primeira condição para fazer seja o que for no Estado. Não precisamos de políticos puros, que nunca tenham falhado como cidadãos. Até porque eles não existem. Precisamos de poucas regras cuja violação represente, para todos, a imediata impossibilidade de exercer cargos públicos."

10.10.13

Paredes que contam histórias ...

Muitas paredes, mesmo muitas, contam histórias ... as que eu trago hoje aqui, são paredes que me chegaram através da internet, ou então, são fotografias minhas .... Eu explico!

Um dia, estava a navegar pelo Facebook e alguém fez uma ligação para o sítio COLOSSAL e para uma pintura mural que foi feita numa parede cega de um prédio de habitação, durante um festival de Arte, em Bialystok, na Polónia.



Quando vi as fotografias, lembrei-me que o Carlos Pinheiro, no seu Facebook, tinha colocado uma série de fotografias que fez, durante uma viagem a Bruxelas. São sobretudo pinturas de heróis de Banda Desenhada ... quando as vi, lembrei-me da Semana da Leitura em 2012, em Oliveira de Azeméis ...



Ontem, quando estava a ver as ligações que tenho guardadas para mais tarde poder publicar, vi o sítio do colossal e lembrei-me: alto lá! Cá Oliveira de Azeméis também temos paredes, que em tempos, foram pintadas para contar uma história ... Não sei quem é o autor da pintura, é pena que esteja em adiantado estado de degradação, mas a verdade é que também temos uma pintura numa parede que conta uma história ...




Imagens da semana

Esta, que é a última semana do mês de maio, foi fértil em eventos que mereceram imagens e fotografias para memória futura. A maior parte del...