3.8.17

Um excelente início de férias …



A primeira semana das férias 2017 foi diferente … Foi tempo de voar até Voorburg, uma cidadezinha perto de Haia na Holanda. Oito dias fantásticos, vividos junto do João e da Karina, por nós os três, Eu, a Lila e o pequeno Samuel
Sim o Samuel também foi e para ele, como ele próprio disse várias vezes, foi uma aventura! Foi batismo de voo, foi diversão sem fim nos muitos parques que por lá existem, foram muitas viagens de metro e de comboio, foram muitos quilómetros a pé …
Nesta primeira entrada sobre esta semana fantástica, duas ou três coisas que eu sabia sobre a Holanda, mas que confirmei in loco:

Voorburg, nos arredores de Haia e perto de Roterdão e Amesterdão

Pormenor do mapa de Voorburg


- Bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas, bicicletas e mais bicicletas … de todas as formas e feitios … Bicicletas de desporto, bicicletas de turismo e sobretudo bicicletas utilitárias! Aos milhares!
Impressionantes alguns parques de estacionamento! Retenho sobretudo os vistos em Roterdão e Amesterdão! Mas por todo o lado, onde há uma paragem de metro ou comboio, lá está o respetivo parque de estacionamento.


Estacionamento de bicicletas junto à estação de metro e comboio nas proximidades do Markthal Rotterdam (Rotrdão)


Estacionamento de bicicletas junto à Estação Central de Amesterdão
Depois, a prioridade que é dada às bicicletas! Elas estão por todo o lado … por todo o lado há ciclovias, para elas e para os ciclomotores! Das verdadeiras e não daquelas que não vão dar a lado nenhum …



- Água, muita água … Eles são canais e canaizinhos … água não falta para ajudar na circulação, pois muitos deles são navegáveis ou então para ancorar as casas …



Os canais são uma constante, assim como as pontes que levantam para dar passagem a esses mesmos barcos ...
 


- Verde, muito verde … Consequência do Clima do país, um Temperado Marítimo, o verde é a cor predominante da paisagem … são campos, muitos campos e árvores, milhares delas, nas zonas rurais mas sobretudo nas cidades … o espaço urbanizado está em perfeito equilíbrio com as árvores e os árbutos … Bom de ver …





Verde, muito verde ...

Ferrari - Setenta anos de Paixão Motorizada [09]




308 GTB (1977)

Desenhado por Pininfarina, tornou-se um dos Ferrari mais belos e carismáticos.
Enzo Ferrari nunca escondeu sua predileção por motores V12, mas um dia percebeu que a redução de cilindros poderia resultar num aumento de lucro. Assim surgiu a submarca Dino, que em 1968 lançou um esportivo acessível de dois lugares e motor V6: a bela 206 GT, obra do estúdio Pininfarina. Cinco anos depois, ela foi sucedida pela 308 GT4, agora desenhada pela Bertone, cujas linhas retas e discretas não provocaram o mesmo furor, apesar do novo motor V8 3.0.
Enzo voltou à Pininfarina e pediu uma nova berlineta, que parecesse provocante e sedutora. A tarefa ficou a cargo de Leonardo Fioravanti, pai da Dino 206/246 GT e da possante Ferrari 365 GT4 Berlinetta Boxer. A combinação de curvas nostálgicas com retas contemporâneas apareceu no Salão de Paris de 1975 com tamanha força que ninguém conseguiu ficar indiferente. Nascia a 308 GTB (Gran Turismo Berlinetta), um dos esportivos mais carismáticos do mundo.
Primeira Ferrari de fibra de vidro, ela agradou tanto que Enzo autorizou o logotipo do cavalinho rampante no carro, encerrando um ano depois a submarca Dino. Seu desenho era tão feliz que determinou o estilo das futuras Ferrari, como 288 GTO e F40.
A concepção mecânica era a mesma da 308 GT4: chassi tubular, suspensão independente e freios a disco nas quatro rodas, conjunto que dava conta dos 250 cv do V8 capaz de atingir 249 km/h e chegar aos 100 km/h em 6,9 segundos. A imprensa aplaudiu de pé: leve (1.050 kg), pequena (4,23 metros) e civilizada, estava mais rápida, silenciosa e confortável, castigando menos o motorista, comparada à 365 GT4 BB.
A 308 GTB ficou 150 kg mais pesada em 1977, quando passou ser feita de aço estampado, indispensável para a produção em escala maior. Neste mesmo ano chegava a 308 GTS (Gran Turismo Spider), com a parte dianteira do teto removível (targa) e painéis plásticos no lugar das janelas laterais traseiras.
Em tempos de controle de emissões, o carburador quádruplo Weber era o vilão, até ser trocado em 1980 pela injeção mecânica Bosch K-Jetronic, o que a fez cair de 250 para só 214 cv (208 cv na versão americana).
Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/ferrari-308-gtbgts-a-musa-dos-anos-80/

2.8.17

Ferrari - Setenta anos de Paixão Motorizada [08]




512 M (1996)

Ferrari Testarossa é um carro super desportivo com motor central-traseiro de 12 cilindros opostos construído pela Ferrari. Teve a sua produção iniciada em 1984 e foi lançado como o sucessor do Ferrari Berlinetta Boxer.
O estúdio Pininfarina desenhou o carro originalmente produzido de 1984 até 1991, e dois restyles foram efetuados pela Ferrari após 1991 com o encerramento de produção do Testarossa e início de produção do Ferrari 512 TR e do Ferrari 512 M que foram produzidos de 1992 até 1996. Mais de 10 mil Testarossas, 512 TR e F512 M foram produzidos, tornando-se um dos modelos mais comuns de Ferrari produzidos, apesar do seu alto preço e do design exótico. Em 1995, um F512 M foi vendido por U$ 220.000.
Testarossa é um coupé de duas portas com teto fixo que se estreou no Paris Auto Show em 1984. Todas as versões do Testarossa possuem tração traseira e transmissão manual de cinco velocidades. O motor montado à frente das rodas traseiras, entre os eixos, mas por detrás da cabine, confere ao carro um baixo centro de gravidade, o que aumenta a estabilidade do carro em curvas e proporciona uma divisão de peso de 40% na dianteira e 60% na traseira.O Testarossa original foi redesenhado em 1992 e relançado como Ferrari 512 TR, no Los Angeles Auto Show, efetivamente como um carro novo,[3] com uma melhor distribuição de peso: 41% à frente e 59% atrás. O Ferrari F512 M foi lançado em 1994 no Paris Auto Show. O carro foi lançado sem as iniciais "TR" e adicionou "M" que em italiano significa modificata (modificado), e foi a versão final do Testarossa, com uma diferente distribuição de peso: 42% à frente e 58% na traseira. O F512 M foi o último Ferrari lançado com motor central e 12 cilindros além do Ferrari F50 e do Ferrari Enzo, e foi o último a utilizar motor com cilindros opostos. 
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferrari_Testarossa

1.8.17

Ferrari - Setenta anos de Paixão Motorizada [07]




F40 (1989)

Ferrari F40 é um coupé desportivo de duas portas, de tração traseira e motor central-traseiro, projetado com conceitos aerodinâmicos utilizados em carros de competição. Porém, seu foco de vendas era estritamente comercial, não sendo planeado para corridas. Foi o sucessor do modelo 288 GTO e é considerada o avô do modelo Ferrari Enzo (modelo que foi batizado com o nome do fundador da empresa), e o último carro feito com a supervisão pessoal de Enzo Ferrari, falecido no ano de 1988. Foi apresentada em 21 de julho de 1987, fabricado para comemorar o quadragésimo aniversário da marca italiana Ferrari. Naquele tempo, foi o carro mais rápido do mundo a ser produzido em série, chegando à 324 km/h, uma marca impressionante para a época.
O seu design foi desenvolvido pelo estúdio Pininfarina, e tinha a ideia de dar ao carro maior velocidade, sem perder estabilidade. As suas curvas criam menos resistência com o ar e o spoiler dianteiro, assim como o aileron traseiro, contribuem para que o carro possua muita aderência ao solo. O aileron traseiro ainda possui a função de proteger a tampa traseira, feita de Perspex (um material plástico transparente mais resistente que o vidro que foi utilizado em todas as janelas do carro) da força da pressão.
A sua produção efetiva iniciou-se em 1988, terminando de ser fabricada em 1991, sendo produzidas 1.311 unidades.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferrari_F40