19.2.17

Carnaval Infantil em Estarreja

Numa tarde com uma temperatura acima do normal para a época e com céu limpo, eu e a Lila, fomos até Estarreja para ver o desfile infantil, do Carnaval 2017. As fotografias falam por si ...











Mais um sábado ...

Mais um sábado que passou ... Formação, Folia, Desporto ... Eu conto:


De manhã e ao princípio da tarde, Formação a começar. Nas instalações do Centro de Formação, uma ação para professores de História. Acompanhamento total da sessão. Ao princípio da tarde, em Arouca, uma ação para os professores do Agrupamento. Capacitação na utilização do MOODLE ...








De regresso a Oliveira de Azeméis, o Carnaval Infantil, que mais uma vez saiu à rua ... Gostei muito de ver a grande adesão de três dos cinco Agrupamentos do Concelho. Estamos quase na totalidade ...




Mais para o final da tarde, Futsal. Pela primeira vez vi um jogo duma equipa do Belenenses em Oliveira de Azeméis. Mau resultado para a equipa da casa, mas muito por culpa própria ... não se pode desperdiçar tantas oportunidades ...

O dia acabou com uma lasanha a dois ...

17.2.17

Dia Mundial dos Gatos

Um pequeno texto sobre Gatos. É talvez o animal de que mais gosto, apesar de cá em casa só haver um em barro ... mas neste blogue, não têm faltado entradas sobre os bichanos ... O Lucas, o Xico, a Mana, e agora, mais recentemente a Filha da Mana ... entre outros protagonistas!

16.2.17

Ainda não o é oficialmente, mas vai ser ...



É apenas um vídeo promocional. Espero que em breve seja uma realidade, para e pela geoconservação, geodiversidade, geoturismo e outras coisas com o prefixo geo!, 

Uma grande verdade ...

Fonte da imagem - Blogue BiBlogtecários
Através duma publicação no Twitter, fui, mais uma vez, dar ao Blogue Biblogtecários e a uma publicação muito interessante.

Num tempo em que cada utilizador da internet é, ao mesmo tempo, consumidor e produtor, muitas "verdades" podem ser publicadas.

O artigo em causa, que pode ser lido aqui, fala sobre essa realidade, nomeadamente, sobre a identificação de imagens na internet, em geral e nas redes sociais, em particular.

12.2.17

Na Freita, há neve ...

Estamos no inverno. Inverno é, sinónimo de temperaturas baixas ... se juntarmos inverno + altitude, o resultado só pode ser ... Neve!
O vídeo foi gravado e publicado ontem pelo José Rocha, que o difundiu através do Facebook.

Não posso estar mais de acordo ...

O texto foi publicado em fevereiro de 2016 no sitio da SIC Notícias. Como estou totalmente de acordo, publico-o ....

["O psicólogo Javier Urra defende que os educadores de hoje tendem a tornar-se "pais helicóptero", que supervisionam os filhos de forma constante, superprotegendo as crianças e fazendo-as sentir-se reis e equivocadas na importância do seu papel. 
"Há uma sociedade do medo. São 'pais helicóptero', sempre a supervisionar a criança para que não coma terra, não tropece, não caia. O filho está sempre protegido, sobre mimado e há um momento em que se sente o rei e se equivoca. Ele é tão importante como os outros, mas não mais importante", sintetiza Javier Urra, terapeuta que lança agora em Portugal o livro "O Pequeno Ditador Cresceu", depois de a obra "O Pequeno Ditador" ter atingido a 18.ª edição.
Ao mesmo tempo, a autoridade dos pais dilui-se e faz dissipar regras, critérios e limites, uma realidade visível sobretudo em países desenvolvidos ou ricos, como em Espanha ou em Portugal, que apesar das dificuldades económicas não deixam de assim ser considerados.
"Em países como Angola ou o Quénia isto dificilmente se passará, porque não se aceita uma alteração das regras na casa. Aqui, nos nossos países, queremos ganhar o carinho dos filhos, deixamo-nos chantagear por eles. Antes, os pais não tinham tantos livros nem tantas séries de televisão, mas tinham critérios: isto está bem ou isto nesta casa não se passará assim", argumenta Javier Urra, em entrevista à agência Lusa.
As crianças, desde cedo, precisam de limites, caso contrário tornam-se neuróticas: "Precisam de um código. Os pais são como uma parede onde chocam. Os adolescentes, sobretudo, precisam de chocar, chocar e ver que o outro não cede".
Há normas ou limites que Javier Urra considera basilares para evitar que a criança sinta que pode tornar-se tirana: não permitir que maltrate ou ridicularize outras crianças ou adultos e não ceder a caprichos impróprios para cada idade (seja não querer ir à escola ou pretender fumar charros com os amigos).
Defende Javier Urra que as crianças precisam, desde cedo, de se habituar a normas básicas, como não estragar coisas ou respeitar hábitos básicos.
"A maioria dos pais diz a uma criança de 13 anos para lavar os dentes umas 12 vezes. Não é preciso dizer muitas vezes. A criança tem de o assumir, de o interiorizar e fazê-lo", exemplificou.
Mesmo que nem sempre seja culpa dos pais, uma criança adquirir o lugar de ditador em casa acontece geralmente porque não são passados critérios de limite ou de autocontrolo.
"Aprender a ser um pequeno ditador é muito fácil e é muito cómodo", reforça o terapeuta, lembrando que muitas vezes os pais aceitam o seu papel de escravos.
A este propósito, Javier Urra conta o episódio de um adolescente que entrou no seu centro de tratamento nos arredores de Madrid e que, mal se despia, atirava toda a roupa constantemente para o chão. "Simplesmente porque assim fazia em casa, porque assim fez sempre e nunca fazia de outro modo".
"Há crianças com menos de sete anos que dão pontapés às mães e estas dizem 'isso não se faz' enquanto sorriem", escreve Urra no seu novo livro, enumerando as caraterísticas das crianças com o "síndrome de imperador":
"São crianças caprichosas, sem limites, que dão ordens aos pais, organizam a vida familiar e chantageiam todas aqueles que tentam travá-las".
Para o próprio bem dos filhos, reforça Javier Urra, há que dizer 'não' às crianças, até porque querê-la e amá-la não é dizer 'sim' a tudo.
Não escamoteando que já vivemos numa sociedade em que as crianças não tinham direitos e em que a educação era autoritária e quase se baseava no medo, o psicólogo espanhol julga que agora, por oposição, se rompeu uma das normas ancestrais da sociedade - o respeito.
Para evitar "não traumatizar", Javier Urra considera que se cede demasiado, que a sociedade está a ser permissiva e a educar os filhos nos seus direitos, mas não nos seus deveres, produzindo filhos tiranos.
"Para seu próprio bem, temos de dizer 'não' às crianças", resume.]

02.02.2016 10h43
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2016-02-02-Somos-uma-sociedade-de-pais-helicoptero-que-fazem-dos-filhos-reis-avisa-psicologo


Assim, Não! | Assim, Sim!

Na passada quinta-feira, dia 9, ao ir para o trabalho, fotografei, na entrada da Rua Velha de Passos, aqui perto de casa, este sinal. Um qualquer "acidente" colocou-o por terra, mas muito "bem arrumado"! Assim, Não!
Hoje, domingo, dia 12, voltei a fotografa-lo. Os serviços da Câmara Municipal já o recolocaram na posição correta! Assim, Sim!

8.2.17

Praça do Toural, Guimarães

Ontem, por motivos profissionais (formação de Diretores de CFAE) passei o dia em Guimarães. O almoço foi no Restaurante Oriente, em plena Praça do Toural. As fotografias que ilustram esta entrada foram tiradas no final da refeição.





Na parede do edifício onde funciona o restaurante, uma placa assinalando a casa onde neasceu em 19 de julho de 1889, Abel Salazar, médico, professor, investigador, pintor e resistente ao regime salazarista.

5.2.17

Parque da Saldida, Murtosa

Um bocado da tarde de hoje foi passado na Murtosa, o concelho menos povoado do Distrito de Aveiro, mais precisamente no Parque da Saldida, espaço de Desporto, Lazer e Educação.

Nesta área localizam-se as instalações escolares da Escola Básica e Secundária Padre António Morais da Fonseca e do Centro Escolar da Saldida, espaços desportivos, como os Estádio e Piscinas Municipais, Campos de Ténis, Minigolfe, espaço para a prática de Atletismo; Minigolfe, Skate e outros desportos radicais, um Palco ao Ar Livre e um amplo Parque Infantil, para além de Parque de Merendas devidamente infraestruturado.

A enquadrar estes espaços uma zona lacustre, habitada por bandos de patos ...



















Jardim Maria Adília Alegria Martins

 

Chamado assim, poucos o reconhecem ... mas se se disser que é o "Jardim do Stick" toda a gente, na cidade e no concelho, sabe do que estou a falar, pois o stick gigante, criado por ocasião do Mundial de Hóquei em Patins 2003, pela Azemad, é o seu elemento mais visível...Sim, é o espaço localizado a sul das instalações da Escola Básica e Secundária Soares Basto, mesmo atrás das oficinas.

A designação do espaço, depois das várias requalificações é esse mesmo "Jardim Maria Adília Alegria Martins" que segundo a placa identificativa foi a fundadora do Colégio de Oliveira de Azeméis, que no início dos anos 70 do século passado foi transformado em Liceu Nacional de Oliveira de Azeméis e hoje é a Escola Básica e Secundária de Ferreira de Castro.

Mas a razão desta entrada é mesmo a última beneficiação que o espaço sofreu ... foram instaladas quatro máquinas de ginástica para adultos (e não só)...





3.2.17

Rir faz bem ..

Recebi por e-mail, enviado por uma Colega e Amiga. Mais um texto do Ricardo Araújo Pereira, o tal, que usou uma entrada deste blogue, para fazer uma brincadeira nas manhãs da Comercial ... A crónica abaixo é de 2008 (portanto já velhota, mas ...)



IKEA ou IKEIA?
Crónica de Ricardo de Araújo Pereira!


Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja.

Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»?

São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferiorizaperante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».

As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais.

Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos.

Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos.

Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora.

Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada.

O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias. É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.

Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes.

A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira.

Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem mas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno. Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro.

E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.

E já agora sobre o IKEA:

Uma senhora vai ao Ikea comprar um armário novo. Para que lhe saia mais barato, compra um em kit. Ao chegar a casa, monta-o e fica perfeito.

Nesse momento passa o comboio (ela mora junto à estação de comboios) e o armário desmonta-se todo.

Monta novamente o armário. E este volta a cair com o passar do comboio. À terceira tentativa falhada, telefona para a Ikea e exige a presença de um técnico.

O técnico chega, monta o armário e, quando passa o comboio, desmonta-se todo. O técnico monta novamente o armário, passa outro comboio e, armário novamente desmontado. Então, o técnico tem uma brilhante ideia:

Escute, minha senhora, eu vou montar novamente o armário, meto-me lá dentro e espero que passe o comboio para ver porque é que o armário se estás desmontar. E assim fez.

Nisto o marido entra no quarto e diz:

- Querida, que armário tão bonito! - e abre a porta. Ao ver o técnico da Ikea pergunta:

- O que é que você faz aí?

Este responde:

- Estou quase tentado a dizer-lhe que vim comer a sua mulher. Porque, se lhe digo que estou à espera do comboio, não vai acreditar.



2.2.17

Dois gatos, a mesma situação ...

Esta manhã, foi partilhada no Facebook, pela minha nora Ana Karina, uma fotografia do Lucas (Lukás, em gaélico) refastelado em cima do portátil lá de casa ...


Lembrei-me de imediato duma fotografa já publicada neste blogue, do saudoso Xico, o gato amarelo que por vezes me visitava, também ele deitado em cima do teclado deste portátil, a partir do qual escrevo esta entrada.


Porque será que os gatos gostam "deste poiso" para descansar ou dormir? Será pela temperatura que irradia da máquina? Será pelo ruído que a mesma faz? Não haverá quem queira investigar e fazer com isso uma dissertação de mestrado, ou quem sabe, uma tese de doutoramento? Aqui fica o desafio ...