26.1.16

Hoje!


Uma pena! Quase no centro de Oliveira de Azeméis, um dos vários prédios em ruinas ... alguém tem de fazer alguma coisa. Não faz sentido, até pela proximidade à Escola Básica e Secundária Soares Basto. Fica aqui o reparo ...
 

Este canito, desde bebé, gosta que lhe faça festas. Se está no relvado, sempre que me vê (e as fotografias foram tiradas em dois momentos diferentes) vem até à rede, para lhe fazer umas festas ...


Muito bem. Depois da sobras a repavimentação. Um novo tapete asfáltico. Agora é esperar que não surjam "novas" obras ... mesmo que seja por causa duma rutura!

A recolha do "rebanho" .... Três cabras, conduzidas à corda, a caminho do curral ...
 
A finalizar a protagonista d emuitas fotografias. A mana, a aproveitar o calor da tampa metálica, para mais uma soneca ...

25.1.16

Mais formação ...




Mais um dia dedicado à Formação. O de hoje foi dedicado ao novo sistema de informação que a Biblioteca Municipal Ferreira de Castro, vai adotar em breve para a gestão do Catálogo. É o sistema KOHA e por isso, hoje, com a orientação do Vítor Fernandes,  da KeepSolutions, vinte e nove profissionais da informação tiveram acesso a algumas das novidades com que em breve vamos trabalhar.

24.1.16

Em domingo de eleições ...

Em domingo marcado por ato eleitoral, mais uma vez o Samuel foi o protagonista. Depois de ter acompanhado os Padrinhos à Soares Basto, onde funcionaram, mais uma vez, as mesas de voto da antiga freguesia de Oliveira de Azeméis, o resto da tarde foi de brincadeira ...



As três primeiras, são da autoria do Samuel ... dedos e pés, o Padrinho e autoretrato ...

Num dos baloiços do parque infantil do Parque de La-Salette. Gosta mesmo ...

Afilhado e Madrinha ...

Para quê usar as duas patas, quando uma serve pefeitamente ... deve ter pensado o Ganso ...

A gata Mana e o Samuel. Que dupla!

Em dia de jogo entre a Oliveirense e o Benfica, para o Nacional da Primeira Divisão de Hóquei em Patins, o uso de um dos vários sticks cá da casa, para o inevitável jogo de bola ...

23.1.16

Um sábado de formação












Uma manhã de sábado passada em formação na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro. O tema da formação, a exposição que está a decorrer desde o passado dia 14 de dezembro (data do aniversário da Biblioteca ) e que vai até 12 de março, As Palavras em Liberdade, Coleção de E. M. de Melo e Castro da Fundação de Serralves

A jornada foi dinamizada pelo Samuel Silva, Doutor em Educação Artística e educador em Serralves.

A manhã foi tempo de SABOR! Uma manhã com muito interesse e algumas novidades. Gostei, particularmente, da forma como nos apresentámos uns aos outros ... as primeiras fotografias falam dessa forma de apresentação ... depois foi tempo de "sermos" os autores dos poemas expostos. Por isso, num primeiro momento e em grupo, fizemos duas perguntas sobre um texto ou uma sequência de textos que mais nos interessaram. Depois, num segundo momento, fomos os respondentes e esclarecemos o "público" sobre o que nos motivou e qual o significado do que "escrevemos".

A tarde foi tempo de SABER! Primeiro uma situação de explicação teórica, depois a contextualização dos diferentes documentos nos vários núcleos e para terminar, a experimentação de técnicas de construção de poemas!

Pena, pena, foi a fraca adesão dos professores. Mas como digo muitas vezes só fizeram falta os que estiveram!

21.1.16

Promover os Livros e a Leitura em zonas rurais da Colômbia



O Projeto Biblioburro é um projeto que sigo via Facebook. É o Projeto de um professor primário colombiano, Luis Soriano que, com os seus dois Burros, Alfa e Beto, faz promoção do Livro e da Leitura numa zona rural da Colômbia. 

Ontem, no sítio RAKONTANT, Historias en Primera Persona, saiu um artigo a propósito deste projeto.

Vale a pena ler ... vale a pena conhecer ...

19.1.16

No centenário do nascimento de um dos maiores geógrafos portugueses

Se fosse vivo, Alfredo Fernandes Martins, carinhosamente conhecido entre nós, alunos de Geografia na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, como Fred, completaria 100 Anos. Infelizmente a morte levou-o em dezembro de 1982, no ano em que foi meu professor de Geografia Física II.

Dos poucos meses de convívio enquanto seu aluno, recordo uma pequena história que ele nos contou na aula. Era dezembro, estava bastante frio, a Sala de Cartas e Relevos, onde tínhamos as aulas teóricas, estava gelada. De repente, ele disse:

- Esta manhã a minha criada foi à varanda, leu o termómetro e disse, 7.º, que dia frio está hoje ... se fosse um Esquimó (ele pronunciou ésquimo), diria, que lindo dia de verão ...

Hoje, no Facebook, no Grupo Geografia - Coimbra, o Rui Jacinto publicou o texto que abaixo e com a devida vénia, transcrevo ....

" Centenário do nascimento de Alfredo Fernandes Martins
Alfredo Fernandes Martins (Coimbra, 19.01.1916 - 29.12.1982)
Geografo, Professor.

(I) O Homem e a Obra: perfil do cidadão e do académico
Alguns apontamentos para uma lembrança do legado do Professor Alfredo Fernandes Martins no Centenário do seu nascimento (19 de Janeiro).
As várias notas, testemunhos, artigos e, mesmo, uma fotobiografia publicada sobre o Professor Alfredo Fernandes Martins permitem esboçar o perfil dum geógrafo que marcou uma época da geografia portuguesa, do académico brilhante, do professor eloquente, que influenciou várias gerações de estudantes, do cidadão empenhado, comprometido, por vezes, controverso.
Adiantam-se alguns fragmentos para compor o seu retrato:
“Em finais de Dezembro de 1982, inesperada e subitamente, faleceu Alfredo Fernandes Martins. Apesar da morte prematura aos 66 anos de idade, teve uma vida cheia e rica, completa mesmo, atrevemo-nos a dizer, tal foi a dedicação, a intensidade, o empenhamento e o brilho com que viveu as suas diferentes facetas de professor, de geógrafo e de cidadão. Uma vida intensa e muito marcante para todos os que, como alunos, colegas ou simples companheiros de uma qualquer jornada, tiveram o privilégio de com ele partilhar conversas, ideias, viagens e emoções. Daí a força do sentimento de saudade que deixa em todos. A comunidade geográfica portuguesa, a Universidade e a cidade de Coimbra ficaram mais pobres...”
(António Campar de Almeida; António Gama; Fernanda Delgado Cravidão; Paula Fernandes Martins; Rui Jacinto) (*)

“O Sr. Dr. Alfredo Fernandes Martins, que hoje se apresenta a receber o mais alto grau académico, sente em si a vocação de geógrafo. E friso bem «vocação», porque julgo não exagerar afirmando que nele se reúnem todos ou quase todos desta Universidade julgou necessários a um moço geógrafo.
O Sr. Dr. Fernandes Martins, sem desprezar o estudo de gabinete, é essencialmente um geógrafo-caminheiro. Quem já andou, com o fim de recolher material dialectológico, por aldeias desconfortáveis, que nem sequer são servidas por estradas, pode bem avaliar a soma de sacrifícios e de abnegação que exigem alguns estudos de geografia física ou humana. Recordo, neste momento, a agradável surpresa que tive um dia, ao encontrar, numa povoação da Beira Baixa, onde estava a fazer estudos linguísticos, um colega que, na mesma região, andava a proceder a estudos geográficos. Depois do trabalho de cada um, realizado, como é natural, separadamente, que fecunda não era a troca de impressões, à noitinha!
Poder-se-á dizer que a preocupação literária é por vezes excessiva, afastando-se o Autor daquela sobriedade própria dos trabalhos científicos, sobriedade que facilmente atingiu, passados alguns anos, na sua dissertação de doutoramento. Mas o Sr. Dr. Fernandes Martins foi levado a fazê-lo por um impulso a que poderia chamar de «proselitismo geográfico», bem necessário num país onde – como ele escreve no prefácio – «o gosto pela geografia anda um tanto obliterado». O novo doutor não é um cientista frio, e esta característica, a terceira que desejava salientar e que é uma consequência da sua vocação geográfica, de que falei atrás, constitui, para mim, uma das facetas mais simpáticas da sua personalidade.

SENHOR REITOR DA UNIVERSIDADE:
O Sr. Dr. Alfredo Fernandes Martins, quer pelos seus méritos científicos, que procurei evidenciar na minha exposição, quer pela categoria intelectual do seu ilustre patrono, é digno de receber solenemente o grau de doutor. Rogo, pois, a V. Ex.ª lho conceda, não só como prémio pela actividade já desenvolvida no campo da sua especialidade, mas também como estímulo para o futuro.
Manuel de Paiva Bóleo (*)
A Obra do Professor Alfredo Fernandes Martins: uma sintética e subjectiva escolha:
Os trabalhos que se destacam correspondem a uma escolha subjetiva que não deixam de evidenciar tanto o percurso e interesses do seu autor como os temas que marcaram uma época da geografia protuguesa:
. O esforço do Homem na Bacia do Mondego (1940) – dissertação de licenciatura.
. O Maciço Calcário Estremenho. Contribução para um estudo de Geografia Física (1949) – dissertação de doutoramento.
. Le Centre Littoral et le Massif Calcaire d’Estremadura. Livret-guide de l’excursion B du XVIe Congrès International de Géographie, Lisboa (1949).
. Princípios de Geografia Humana, de P. Vidal de la Blache ( tradução, com prefácio, notas e ilustração). Editorial Cosmos, Col. A marcha da Humanidade, secção III, nº1, Lisboa (1946; 2ª ed. 1954).
. Alguns reparos à classificação das colónias proposta por Hardy. Boletim do Instituto de Estudos Franceses, Coimbra, 2-3, 1941-1943 (1944).
. O condicionalismo geográfico na expansão portuguesa. Boletim da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra, Coimbra, 5 (1964)
. Participa na Missão de Geografia Física e Humana do Ultramar, desenvolvendo trabalho em: Desenvolveu trabalhos em Moçambique (Nampula) e Angola (Luanda) (1961); Moçambique (Nampula, Planalto dos Macondes, Litoral de Porto Amélia) (1962); Moçambique (Quelimane) (1964); Moçambique (Porto Amélia e Pebane) (1965); Moçambique (Morfologia Litoral - da Foz do Rio Molocué à Baía de Condúcia) (1966).
. Geografia Humana do Brasil. Brasília, Coimbra, 3 (1944).
. Grandeza, declínio e novas possibilidades da borracha brasileira. Brasília, Coimbra, 3 (1944).
. Participa na Missão Oficial Portuguesa à cidade de Salvador (Baía – Brasil) (1959).
.Esta Coimbra... – Alguns apontamentos para uma palestra. Boletim Comemorativo do Sexto Aniversário do Clube Desportivo de Celas, Coimbra (1951).
. A Porta do Sol – Contribuição para o estudo da cerca medieval coimbrã. Biblos, Coimbra, XXVII (1952).
. Em prol dos campos do Mondego, Coimbra (1953).
. O drama da planície. Boletim Comemorativo do Décimo Aniversário do Ateneu de Coimbra, Coimbra (1950).
. Portugal. in Dicionário Chorográfico de Portugal Continental e Insular de Américo Costa (1947).
. Tríptico Galego, Coimbra (1953).
. Participa na Missão Arqueológica da Universidade de Coimbra no Iraque (1958).
. Trabalha no Laboratoire de Géomorphologie do Institut de Géographie de Paris, tendo contactado com M. Ters, Pierre Georges, André Cailleux, Henri Elhaï, Henri Enjalbert e Pièrre Barrèrre (1964), familiarizando-se com técnicas laboratoriais de calcimetria e determinação de minerais pesados (1965) (*)

(*) Para aprofundar as múltiplas facetas do geógrafo e do cidadão consultar a (foto)biografia:
Alfredo Fernandes Martins: geógrafo de Coimbra, cidadão do mundo. António Campar de Almeida; António Gama; Fernanda Delgado Cravidão; Paula Fernandes Martins; Rui Jacinto. Coimbra: Instituto de Estudos Geográficos. Centro de Estudos Geográficos, 2006."

Uma tarde diferente

Antes de sair de casa para ir até à Escola, vi da janela do escritório ... trabalhos para a reposição do piso das estradas que foram esventradas com a instalação de uma linha elétrica subterrânea, entre a subestação de Figueiredo e a fábrica da Lactogal.

Eu Apoio! Sampaio da Nóvoa, ainda pouca gente falava dele, já era o candidato à Presidência da República que eu apoiava. Hoje, fiz uma selfie ao lado do Candidato. Foi na sede de campanha em Oliveira de Azeméis.

Ler é um prazer, mas também pode ser "trabalho". Porque uma das primeiras iniciativas no âmbito dos 100 Anos de Vida Literária de Ferreira de Castro é uma palestra sobre a sua obra "Curva da Estrada" a realizar no próximo dia 28 de janeiro, pelas 15 horas, no auditórioa que tem o nome da Querida e Saudosa Amiga Ivone Ferreira, na Escola Básica e Secundária Ferreira de Castro, pelo Professor Nuno Crato, é tempo de reler este romance, escrito em 1950. Foi o que fiz durante uma parte da tarde de hoje ...

17.1.16

Domingo! Pois é, domingo e Samuel!

Estilo! Só estilo!

Vamos lá ...

Um baloiço é uma delícia ...

Uma bola, a felicidade ...

Lá fora a chuva cai ...

...e qualquer lugar é bom para a sesta ...

16.1.16

Um síto com interesse ...


O sítio zamzar.com, descobri-o, ontem, quando tive necessidade de passar um ficheiro word, formato docx, para imagem, formato jpg. Uma pesquisa no Google e rapidamente estava a fazer a transformação. Fácil de utilizar, com qualidade, apesar de só ter feito testes com documentos simples, é sobretudo útil.

15.1.16

De manhã, em trabalho, no Parque de La-Salette

Habitualmente vou ao Parque d eLa-Salette em lazer. Hoje, ao final da manhã, fui em trabalho. A convite do colega e amigo Fernando Ferreira, estou a dar algumas dicas a uma aluna finalista do Curso Profissional Técnico de Turismo, da Escola Básica e Secundária Soares Basto que vai realizar a sua Prova de Aptidão Profissional, concebendo e realizando, um vídeo sobre o Parque.Hoje, foi o primeiro dia de filmagens ...

O portão da Casa dos Mateiros, futuro Centro Interpretativo da Indústria do Vidro ...

... cujas obras continuam ...

... em frente a umas ruínas industriais ... era tão bom que fossem recuperadas!

O Fernando e a Ana, num dos momentos das filmagens ...

Um dos atrativos do Parque de La-Salette, o Berço Vidreiro, na emblemática "Casa das Heras"

Para conhecer ... as placas identificativas das espécies vegetais ...

A Capela de La-Salette, bonita de qualquer ângulo!

Humor ...

Esta caixa de eletricidade está instalada na Rua António Alegria, em frente á Casa-Museu Regional de Oliveira de Azeméis. O autor ou autores da inscrição, tem / tiveram humor ...